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31 de julho de 2015

A prisão de Assad



Arthur Leandro compartilhou a foto de CartaCapital.
1 h · 
A prisão de Assad revigora um escândalo esquecido: o esquema da Construtora Delta e do bicheiro Carlinhos Cachoeira. O doleiro aparece nas histórias de desvios de obras no estado São Paulo, governado há mais de duas décadas pelo PSDB.
Confira na reportagem de Henrique Beirangê | http://bit.ly/1KBUeLF
De origem libanesa, 62 anos, o doleiro Adir Assad é notório frequentador das páginas policiais. Há quatro meses a Lava Jato tenta arrancar informações, mas ele mantém o silêncio. A prisão de Assad revigora um escândalo esquecido: o esquema da Construtora Delta e do bicheiro Carlinhos Cachoeira. O doleiro aparece nas histórias de desvios de obras no estado São Paulo, governado há mais de duas décadas pelo PSDB.
Confira na reportagem de Henrique Beirangê | http://bit.ly/1KBUeLF

22 de julho de 2015

O racismo, a misoginia e a homofobia são formas de delação igual diminuição do outro

Professor Antonio Pinheiro os depreciadores delatores traidores estão por todos os lugares, temos que fazer o que senão compreende-los traduzi-los ou chama los a compartilhar..,,..foi por isso...é por isso que o professorLancellotti Julio abre as portas coração para os desvalidos rejeitados por esses seres "perfeitos"..,kkk

"Mentes Perigosas relatados no rali KKK realizada na Assembléia Legislativa Carolina do Sul no sábado. O que estava faltando a partir desse relatório foi este vídeo de marcha do Klan em direção à Assembléia Legislativa. Genius South Carolina sousaphonist, Matt Buck, deu aos membros da KKK e NSM nazista o acompanhamento sonoridade farty que mereciam. Eu quase perdi minha merda quando ele foi eliminado na versão danificada do "Cavalgada das Valquírias".
Absolutamente perfeita."

Segue o post no :original




Dangerous Minds reported on the KKK rally held at the South Carolina statehouse on Saturday. What was missing from that report was this video of the Klan’s march toward the statehouse. Genius South Carolina sousaphonist, Matt Buck, gave the members of the KKK and Nazi NSM the farty-sounding accompaniment they deserved. I nearly lost my shit when he busted into the damaged rendition of “Ride of the Valkyries.”

Sobre delatores na história do planeta Terra


Arthur Spinelli vc viu..é sobre a História da Delação...o mundo sempre foi habitado por esses seres imundos da coroação de Cristo ao amanhecer de hoje quando alguém tentou me delatar para que meu face fosse removido...tenho é que ficar esperto e salvar logo minhas coisas,,,os depreciadores são :terriveis eles podem delatar em troca de 30 moedas ou por :nada apenas por prazer pq são seres infectos que nos infectam com sua maldade....sejamos :felizes

O que o ex-presidente Lula fez para merecer uma perseguição tão vergonhosa da imprensa?

Por Paulo Nogueira, do DCM

O que Lula fez para merecer uma perseguição tão vergonhosa da imprensa?

Todos sabemos, ou devíamos saber. Ele colocou a desigualdade na agenda nacional, um anátema para os bilionários donos da mídia.


Mas vamos abordar o caso por outro ângulo.

O que Lula não fez para sofrer caçada tão impiedosa?

Essa é fácil.

Ele não tratou com a devida importância a questão da regulação da mídia.

A posteridade discutirá se ele acertou, ao evitar uma encrenca, ou se errou, ao não enfrentá-la.

Pessoalmente, acho que errou.

Todas as sociedades avançadas regulam sua mídia, como todos os demais setores econômicos.

A imprensa não está acima da lei, esta é a lógica, embora no Brasil os donos de jornais se comportem como se estivessem.

Mídia não é beneficência, é negócio, e como tal tem que se tratada. Veja as fortunas dos proprietários das empresas jornalísticas.

Os porta-vozes dos barões alegam que regular é censurar, mas quem acredita nisso acredita em tudo, como disse Wellington.

Regular é colocar ordem.

A Inglaterra, nestes dias, está na fase final de uma reforma nas regras da imprensa.

Um dos pontos centrais, nas mudanças, é inspirado na legislação da Dinamarca.

Quando os jornais dinamarqueses cometem um erro contra alguém, são obrigados a publicar a correção no mesmo lugar em que deram a notícia equivocada.

Na primeira página, se foi assim.

Este tipo de coisa tem duas virtudes essenciais.

A primeira é que a sociedade fica mais protegida do poder destrutivo da mídia. E a segunda, não menos relevante, é que a imprensa é forçada a ser mais precisa na publicação de suas matérias.

Precisão é tudo numa publicação. Joseph Pulitzer, talvez o maior jornalista da história, exigia de sua equipe precisão, precisão e ainda precisão.

O ambiente de relaxamento de regras em que vive a imprensa brasileira estimula a produção em série de erros – sobretudo, é claro, contra inimigos como Lula.

Num caso histórico, a Veja publicou um dossiê – que depois se comprovou barbaramente fajuto – com contas no exterior de líderes petistas, a começar por Lula.

O argumento da revista é inacreditável para quem leva a sério jornalismo: “Não conseguimos provar e nem desmentir.”

Por muito menos que isso, qualquer revista estaria morta em países em que não há leniência corrosiva para a mídia, como os Estados Unidos ou a Inglaterra.

Ainda no campo do espaço para retratações, um dia será reconhecido como escárnio ao público o procedimento da Folha.

A Folha assassina uma reputação na manchete (Dirceu é uma vítima contumaz) e depois corrige seu erro num rodapé que ninguém lê, a infame seção “Erramos”.

Lula não avançou, em seus oito anos, na questão das regras para a imprensa.

Hoje, ele paga o preço disso.

Se o Globo, para ficar num exemplo, tivesse que publicar uma retratação no mesmo lugar em que cometeu um erro, dificilmente teria dado como “secreta” uma reunião de Lula que o próprio jornal noticiou, poucos anos atrás.

18 de julho de 2015

Procurador que atacou Lula acabou de ser autuado por negligência

 
Jornal GGN -  O procurador Valdan Timbó Mendes Furtado, que alegou urgência para pedir abertura de inquérito contra Lula, levou três anos para apresentar denúncia contra os indiciados pela Polícia Federal na Operação Sentinela, que investigou corrupção em contratos do TCU em 2004:
E levou 9 meses para apresentar denúncia contra os vândalos que foram presos depredando o Palácio do Itamaraty em 2013:
A negligência contumaz do procurador Valtan levou a Corregedoria do Ministério Público a instaurar contra ele Processo Administrativo Disciplinar, por não ter atuado tempestivamente em 245 feitos ao longo de 11 anos:
CORREGEDORIA NACIONAL DO MINISTÉRIO
PÚBLICO
PORTARIA Nº 62, DE 3 DE JULHO DE 2015
O CORREGEDOR NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO, com fundamento no artigo 130-Aparágrafo 2º, inciso III, e parágrafo 3º, inciso I, da Constituição da República e nos artigos 18, inciso VI, 77, inciso IV, e parágrafo 2º e 89, parágrafo 2º, todos da Resolução nº 92, de 13 de março de 2013 (Regimento Interno do Conselho Nacional do Ministério Público) e com base na Reclamação Disciplinar nº CNMP 0.00.000.001022/2014-09,resolve:
1. Instaurar Processo Administrativo Disciplinar em face do Procurador da República no Distrito Federal, VALTAN TIMBÓ MARTINS MENDES FURTADO, em razão dos seguintes fatos:
"No período compreendido entre 05 de maio de 2004 a julho de 2015, portanto, por mais 11 (onze) anos, o Procurador da República no Distrito Federal, VALTAN TIMBÓ MARTINS MENDES FURTADO, foi negligente no exercício das suas funções ministeriais, tendo em vista o atraso ao dar andamento em 245 (duzentos e quarenta e cinco) feitos que estavam sob a sua responsabilidade, conforme conclusão da Comissão de Inquérito Administrativo, composta por Membros do ministério Público Federal, e de acordo com a tabela em anexo."
2. Indicar, atendendo à exposição das circunstâncias dos fatos acima realizada, que o Procurador da República no Distrito Federal, VALTAN TIMBÓ MARTINS MENDES FURTADO, em virtude de prática, em tese, da falta funcional prevista no art. 241, inciso I, da Lei Complementar n. 75/93, punível com advertência, uma vez que foi negligente no exercício da função, tendo em vista o atraso ao dar andamento em 245 (duzentos e quarenta e cinco) feitos que estavam sob a sua responsabilidade.
ALESSANDRO TRAMUJAS ASSAD
Ministério Público da União