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10 de setembro de 2015

Ministro do TCU, Agusto Nardes[aquele que quer derrubar Dilma] envolvido em casos de corrupção

Se há uma coisa que precisa ser alterada e de forma urgente é a forma de indicação desses ratos para os tribunais de contas,…que esses escândalos sirvam ao menos para mudar isso, o que duvidodódó, quem há há de por o guizo no pescoço do gato se está bom prá turma, se a mamadeira abastece a estes que decidem….basta ver que aconteceu com a questão do financiamento privado de campanhas eleitorais: esses que reclamam da Lava Jato apoiam a continuidade do esquema, roubam, reclamam dos fatos mas mantém as causas de tudo isso ou seja, não mexem no esquema…… vai entender….

Moro quer mais poder para satisfação de seu instinto sanguinário

Moro é um ditador sanguinário em busca de mais poder, esse garoto de recados da Globo quer degolar o  réu, para ele(Moro), um  inimigo a ser eliminado sem direito a defesa, conforme os manuais do  Direito Penal do Inimigo (clique aqui). Moro quer detonar o réu ali mesmo no Paraná, evitando assim que a questão seja apreciada por um tribunal onde ele(Moro) não tem tanta certeza tanto poder de influência. Senão vejamos: os desembargadores(2a. isntância) estão fechados com Moro, o direito ao Habeas Corpus está suspenso no âmbito da Lava Jato, de forma que para aos "presos do Moro" só resta o STF como esperança enquanto Corte garantidora da CF e das garantias do cidadão.  O poder que o Moro quer para si não existiu nem no período mais sangrento da ditadura militar. Moro quer mais poder para satisfação de seu instinto sanguinário e de vingança, o que por sinal se coaduna com os planos dessa máfia midiático penal formada por Globo, PF, MP e JF do Paraná, esses energúmenos sem voto que, durante as 24 horas do dia, não pensam noutra coisa senão no Fora PT, como se o povo brasileiro não tivesse o direito de decidir sobre seu próprio destino.  É verdade que o Judiciário é falho, ocorre que suas falhas não residem na morosidade, pois quando a Justiça quer ser lenta, o é, vide o "mensalão tucano" que, como sabemos, dorme em algum escaninho do Judiciário esperando a prescrição das penas, de forma que o problema passa pela velha questão Casa Grande vs Senzala.
Evolução histórica da estrutura judiciária brasileira

http://jornalggn.com.br/blog/jose-carlos-lima-spin/evolucao-historica-da-estrutura-judiciaria-brasileira


9 de setembro de 2015

O caso Dirceu - uma narrativa dentro da história

Por André Araújo, no GGN
No ultimo programa Fatos e Versões na GLOBONEWS, a jornalista Andreia Saadi comentou que os petistas não mais apoiavam o ex-presidente do PT José Dirceu porque petistas não admitem companheiros que roubam para enriquecimento pessoal. Essa narrativa passou a ser difundida pela corrente eficiente, poderosa e imbativel de magicos da midia que pintando versões e  elaborando  narrativas delirantes  repetidas mil vezes até virar verdade.
A narrativa ofende a logica e a inteligencia mas na historia da midia são as versões que predominam sobre a historia.
1.José Dirceu tem um longa biografia a serviço de uma causa politica. A essa causa dedicou-se, arriscou a vida, foi preso, fugiu para Cuba, arriscou novamente a vida voltando ao Brasil ainda durante o regime militar, depois construiu um partido, o presidiu e o levou à vitoria. Não é uma biografia qualquer, de politiquinho de arrabalde. Fez historia real e complexa, relacionou-se com lideres da America Latina, com importantes personagens da alta politica dos Estados Unidos, entre os quais teve respeito mesmo depois da queda, tem entre grandes admiradoras a jornalista herdeira do jornal The Washington Post.
2.Ao perder o poder em 2005 fundou uma firma de consultoria para aproveitar sua experiencia e sua agenda, assim como fizeram e fazem politicos, diplomatas, juizes, procuradores gerais, militares. Esse tipo de consultoria é "personalissima", se lastreia em cima da pessoa do fundador, não é consultoria técnica, é consultoria de relacionamento, a mais famosa dos EUA é a Kissinger Mc Larthy, do celebre ex-Secretario de Estado Henry Kissinger. O que faz essa consultoria? Precisa ter acesso a um governo e não consegue mas se Henry Kissinger ligar para um lider desse Pais é atendido e abre o caminho para a empresa que precisa do contato. Parece pouco mas vale muito e cobra-se de acordo. Não é atividade proibida, tanto que as firmas que fazem são legais, trata-se de uma atividade essencial e existe em todo o planeta, só em Washington existem centenas de firmas que vivem disso.
3.Alegou-se então que o "enriquecimento ilicito" de Dirceu se deu através de propina e essa proprina era a receita de serviços dessa consultoria. Não tem logica. Propina se paga sem recibo. Seria uma estupidez um corrupto constituir uma firma legal, que exige uma burocracia nada simples, inscrições fiscais, depois declaração anual ao Imposto de Renda, sujeita à fiscalização, para receber propina. O metodo universal é a mala ou a conta na Suiça, dar recibo nem o mais estupido dos corruptos se arriscaria a fazer e depois contabilizar a propina e declara-la ao fisco.
4.A consultoria em questão teve receitas de 34 milhões de reais em 9 anos, o que dá um pouco mais de 300 mil reais por mês. Ora, os volumes de propinas geradas no caso Petrolão são de centenas de milhões de reais. A narrativa da corrente de midia disse a certa altura que Dirceu ""era o chefe do esquema Petrolão" mas como pode o chefe receber 34 milhões em 9 anos se um mero gerente ganhou só numa conta no exterior quase 400 milhões de reais? Que chefe burro é esse, ganha muito menos que um terceiro escalão que ninguem sabia sequer que existia?
5.O caso de contratos "personalissimos" são comuns na economia; que tal um técnico de futebol semi-analfabeto, que fala " os porjeto"" ganhar 900 mil reais por mês e trabalhoi em mais de 15 clubes? Um animador de televisão ganhar 2 milhões por mês, um locutor de rádio de escassas letras ganhar 400 mil reais? São contratos "personalissimos", paga-se a celebridade, o nome, é o nome que tem valor, não o serviço prestado. Veja-se por exemplo o caso de uma advogada que trabalhou em um famoso processo onde em poucos meses ganhou 22 milhões de reais, não sendo antes conhecida e muito enos fazendo parte do primeiro time de advogados do seu setor, ganhou tudo isso de forma aparentemente inexplicavel, mas legal, porque o contrato era "personalissimo", só valia para ela, porque pouco se sabe e quem quis saber foi admoestado porque disseram que ninguem tem nada com isso, embora sendo um caso bem mais obscuro do que o caso Dirceu, escrachado para todo mundo ver, inclusive o fato curioso que a esmagadora maioria dos clientes de Dirceu nada tem a ver com o Petrolão, portanto nem remotamente estão ligados á fabrica de propinas.
6.Atribui-se tambem à propina do Petrolão a reforma de uma casa de Dirceu, cidadão que sempre teve uma vida de classe media, que casa seria essa e que valor poderia ter essa reforma? Qual a proporção que pode ter a reforma de uma casa sem qualquer suntuosidade com os valores que se mencionam no caso Petrolão , onde uma cifra de 88 bilhões foi citada oficialmente e onde chutes sobre valores de propinas chegam de 2 a 6 bilhões de Reais? Nesse contexto a reforma de uma casa mediana é relevante, o jornal O GLO chegou a citar inclusive um aparelho de TV como propina paa a Dirceu dentro do contexto do Petrolão. A narrativa chega a ser patética, de 107 milhões de dolares na conta do gerente a um aparelho de TV dado a Dirceu, qual a noção de grandeza dessa narrativa? Aparentemente nenhuma mas a jornalista da GLOBONEWS disse textualmente que os companheiros do PT o abandonaram por causa de seu recebimento de propinas para enriquecimento pessoal. Pena que não acharam uma casa em Miami para completar a narrativa.

8 de setembro de 2015

A corrupção e o inimigo de Fábio Jr, o tempo


O Jornal de todos Brasis
Por J. Berlange
A corrupção (transgressão da norma moral, legal ou costumeira) como conduta reprovável está presente desde sempre, em todos os lugares e a todo momento, na vida do brasileiro. É uma praga que colou e incorporou no DNA do jeitinho brasileiro de obter vantagens e privilégios. O corrupto é até prestigiado por seus iguais, quando exibe rápida ascensão no nível de vida e de patrimônio. É sinal de esperteza e inteligência...

A conduta do corrupto, por si, não é escandalosa. Escândalo é um fenômeno midiático. É a técnica de expor e manter em evidência os fatos que o dono do jornal decide não esconder do público. A força da imprensa, segundo Roberto Marinho, está na arte de esconder. É desta prática ocultante que advém a riqueza dos donos da mídia. O escândalo é uma técnica de marketing posta a serviço dos mercados e da política. É assim que a mídia trata “o fato” quando o desafio do marqueteiro é atrair e vincular, à “versão do fato”, sentimentos de amor ou de ódio, de esperança ou de medo.
A mídia, portanto, a serviços dos interesses que determinam a distribuição de riqueza e de poder, não tem compromisso com a verdade. Apenas usa a versão do fato como meio para alcançar fins escusos, adrede ocultados de suas vítimas, relacionados com a construção de preferências que determinarão as escolhas da vontade.

A função jurisdicional (juiz, judiciário) tem o fim operacional de investigar a veracidade do fato para fazer um pronunciamento final em termos de responsabilização (julgamento). Para isto, a atividade do juiz é indispensável e o seu exercício protegido por garantias constitucionais. O processo jurisdicional, em regra, é público. Excepcionalmente, deverá se desenvolver sob segredo de justiça, como forma de se proteger valores socialmente relevantes, em regra, relacionados com a preservação da dignidade e da reputação do ser humano e de seu patrimônio socioeconômico.

Neste mundo de tecnologia avançada, na investigação dos fatos, o testemunho das pessoas cada vez mais cede lugar de destaque para tecnologia de informação, suas redes e seus equipamentos de vigilância, rastreio, busca e interação. Nesta trajetória de avanço para que o domínio dos fatos seja feito por máquinas, redirecionar para a prova testemunhal o método de perseguir essa borboleta chamada verdade indica nonsense. Pior, ainda, quando o testemunho é feito por delação de infratores e à barganha de prêmios (vantagens, privilégios, tratamento diferenciado). Tal é o instituto da delação premiada. Um risco para o sistema de garantias da liberdade e da dignidade da pessoa humana.

Por tais motivos, esse retrocesso cobra uma compensação: a fase inquisitória (delação premiada) deve ser feita em segredo de justiça, tamanha a temeridade com os riscos: uma prisão preventiva não é feita porque o cara pecou, mas para evitar que ele venha a pecar.

Mas, como o objetivo imediato da Lava Jato não é verdadeiramente o combate à corrupção - que assola o País por meio de Licitações Fraudulentas desde o governo de Castelo Branco –, mas o de ajudar os partidos da oposição neoliberal e conservadora a retomar o governo que está encravado nas mãos do PT, vale tudo: a inquisição é seletiva, o processo é direcionado a produzir efeitos sentimentais nos eleitores (amor e ódio), a delação premiada é vazada para a imprensa golpista que esconde o que é bom para seus próprios interesses e transforma em escândalo o que prejudica a seus adversários. E se observe a distância que há entre a ‘prisão preventiva para a delação premiada’ (escandalizadas), o oferecimento da denúncia (também escandalizado) e o processo, no qual se fará, finalmente, a defesa do réu e o seu julgamento.

Na percepção fantasiosa e no discurso criminoso de Fábio Júnior: Lula, Dilma e Zé Dirceu estariam levando o país à desordem, enquanto esta mesma 'quadrilha' promoveria a maior roubalheira de todos os tempos no País. Quando, na verdade, é a Globo e a mídia golpista que promovem artificialmente o maior escândalo já planejado por marqueteiros profissionais, em todos os tempos. O artificialismo está na manipulação que oculta as datas em que os fatos foram praticados pelos delatores, todos demitidos da Petrobrás desde 2012.
E o Fábio Jr pensando (ou encomenando) que o escândalo que a telinha mostra hoje no jornal (e há mais de um ano), está acontecendo em tempo real... Como se a data do início da escandalização, e de suas fases, não tivesse sido escolhida a dedo por profissionais de planejamento contratados para servir a interesses do capital estrangeiro...


Como as redes sociais revelam nossa necessidade de auto-afirmação

O Jornal de todos Brasis
Enviado por jns
Do Obvious
Soraya Rodrigues de Aragão
Com a democratização do acesso à internet e redes sociais, foram internalizados novos aspectos comportamentais e agregados novos valores sociais. Através destes contextos, criamos muitas vezes uma realidade pré-fabricada a partir das nossas carências afetivas e emocionais, sendo as redes sociais o grande termômetro da insatisfação e insegurança das pessoas consigo mesmas.
Mas... até que ponto podemos nos satisfazer nos reinventando muitas vezes na irrealidade?
Vivemos em uma época em que a maioria dos internautas se classificam nas gerações y e z. São jovens adultos e adolescentes que nos trouxeram mudanças comportamentais a partir de novos paradigmas tecnológicos relacionais, e que as gerações anteriores de certa forma foram compelidas a se atualizar.
Com a democratização do acesso a internet e redes sociais, foram internalizados novos aspectos comportamentais e agregados novos valores sociais. Presenciamos as transformações sociais reconfigurando o processo de subjetivação das novas maneiras de se relacionar com o mundo e com o outro.
No entanto, junto às conexões, fotos, selfies e check-ins, podemos concluir que as redes sociais foi o propulsor importante para denunciar a nossa fragilidade egoica. Necessitamos incessantemente da aprovação do outro através dos likes e comentários que elevam a nossa auto-estima. Necessitamos da validação, da aprovação do outro, em busca de convencermo-nos daquilo que não temos certeza em nós mesmos.
Esse olhar perscrutador, avaliador e validativo do outro acerca dos nossos estados emocionais, do nosso sucesso e bem estar nos leva à conclusão de que nós não estamos convencidos internamente daquilo que somos e do que sentimos. Existe uma fragilidade em tudo isto e não foi a internet que desenvolveu. Na realidade estas questões já existiam; a internet foi apenas a ferramenta eliciadora para a eclosão dos conteúdos que presenciamos dia a dia nas redes sociais.
Somos seres gregários e nos realizamos nos relacionamentos interpessoais que nos validam através do olhar do outro e isto além de legitimo, é necessário. No entanto, o que percebo nas redes sociais é uma necessidade premente e constante de autoafirmação, onde percebe-se o movimento de convencer o outro do que ainda não estamos convencidos em nós mesmos. Em outras palavras, as redes sociais é o grande termômetro da insatisfação e insegurança das pessoas consigo mesmas.
Isto é comprovado pelo simples raciocínio de que se não conseguimos nos satisfazer em um nível mais profundo, necessariamente precisamos buscar isto fora.
E' fato que não somos e nunca fomos e nem seremos autossuficientes, portanto, não podemos satisfazer sozinhos as nossas próprias necessidades e carências. Precisamos do outro, é do humano. Mas na internet existe uma caricaturização, uma exacerbação do nosso narcisismo.
Sendo assim, as redes sociais "cairam como uma luva" para a insatisfação humana e pra necessidade fundamental do olhar de aprovação do outro enquanto sujeito que necessita ser valorado e reconhecido, causando um aprisionamento desta necessidade constante de criar muitas vezes uma personalidade fictícia, uma realidade muitas vezes mascarada para satisfazermos as nossas fantasias e necessidades profundas.
Até que ponto acreditamos nesta realidade da felicidade constante, dos amores de contos de fadas, em uma vida sem problemas?
Nos afugentamos nas redes sociais para criarmos esta possibilidade. Criamos muitas vezes uma realidade pré-fabricada a partir das nossas carências afetivas e emocionais. Vivemos o que gostaríamos de viver na realidade e isto agora foi possibilitado pela socialização da internet.


...Mas... até que ponto podemos nos satisfazer nos reinventando muitas vezes na irrealidade?

Comentarios

A obesidade do ego é um caso sério quando causa danos a terceiro novo

A obesidade do ego é um caso sério quando causa danos a terceiros, como foi o caso do nazismo. Na década de 80 tive a seguinte revelação de sonho: Hitler sofria de obesidade do ego. Como no sonho o outro é a gente mesmo, eu também devo sofrer disso, muitos de nós, sendo que a diferença está no causar ou não maldade a outrem.



Quem não tem ego? Até quem

Quem não tem ego? Até quem critica o egocentrismo dos outros pode estar massageando seu próprio ego. Vejam como sou diferente? diz o crítico. Curtam minha postura diferenciada. Ha, ha, ha...


Juízes processam servidores e Facebook por críticas


Enviado por Fábio de Oliveira Ribeiro
do Sindojus-MG
A Associação de Magistrados de Minas Gerais (Amagis) e o presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) entraram com processos contra o Sindicato dos Servidores da Justiça de 1ª Instância de Minas Gerais (Serjusmig), e sua presidenta, Sandra Silvestrini, e também contra o Facebook e o Google, em função da campanha salarial da categoria e divulgação sobre salários e auxílios.
A última campanha lançada no dia 23 de julho, com veiculações em rádios e TVs, além de materiais impressos, teve de ser suspensa poucos dias depois. Também materiais da campanha anterior, incluindo um cartaz que reproduzia informação de matéria da Revista Época que realizou estudo comparando as médias de rendimentos apuradas nos meses de janeiro, fevereiro e março de 2015, entre os presidentes dos Tribunais de Justiça apontou que o presidente do Tribunal de Minas Gerais, Pedro Carlos Bitencourt Marcondes, teria recebido a maior remuneração, no valor de R$ 125.676,00.
As peças publicitárias reivindicavam a recomposição salarial anual garantida na Constituição Federal, que foi negada pelo TJMG alegando falta de orçamento. O SERJUSMIG contesta a alegação e critica que a alegada restrição orçamentária não impediu o Tribunal de pagar aos juízes reajuste de 14,6% em janeiro deste ano, além de auxílio-saúde mensal de quase R$ 3 mil e auxílio-moradia de quase R$5 mil mensais, conforme apurado pelo Brasil de Fato.
Todo o material que vinha sendo distribuído pelo Serjusmig e matérias publicadas nas páginas do sindicato na Internet precisaram ser recolhidos e apagados. Nas ações, a Amagis e o presidente do TJMG acusam o Sindicato e sua presidente de haverem “encomendado” a matéria para a Época, com o intuito de manchar a imagem do presidente do TJMG, do próprio Tribunal e dos magistrados mineiros.
O advogado responsável pela ação ajuizada pela Amagis, Dr. Luiz Fernando Valladão, afirmou que a campanha veiculada pelo Serjusmig continha um “conteúdo difamatório que ridicularizou os magistrados, atacando seus direitos à honra, à privacidade e à intimidade”.
Servidores e Facebook processados
Alguns servidores da Justiça mineira em protesto contra a não concessão da recomposição salarial e a falta de negociação alteraram as fotos de perfis em suas páginas do Facebook pela imagem veiculada na Revista Época. O resultado é que eles também foram processados pelo presidente do TJMG.
Os trabalhadores do judiciário realizaram manifestação pública na porta da Assembleia Legislativa de Minas Gerais e prometem intensificar os protestos. De acordo com a presidenta do SERJUSMIG, Sandra Silvestrini, a defesa da liberdade de expressão tornou-se tão importante quando a luta pela recomposição salarial. “A liberdade de expressão sempre foi essencial na luta da classe trabalhadora em defesa de seus direitos e quando impedem seu exercício pleno, na prática, estão retirando dos trabalhadores a condição de lutar”, aponta.

Comentário ao post Janot pede ao STF investigação sobre campanha de Lula e Dilma

Comentários de um colega, no facebook, in box:

 Eduardo Cunha pode ser preso a qualquer momento diante das denúncias do PGR ao STF para ministro Teori Zawascki. A acusação de GM ao PT sobre o uso da gráfica está desmoralizada depois que viram que todos os partidos fizeram serviços com a mesma. Lembrando que todas as condenações julgadas pelo Juiz Moro caberá recursos em mais 2 instâncias. Essa lava jato já estava tramada pelo Moro e oposição, MP E PF do Paraná. Lembrando que Moro atuou como assessor de Rosa Weber e foi autor do voto proferido pela ministra na condenação do JD. O Moro é tão safado que continuou a perseguir JD e vai condena-lo pela 2ª vez, atendendo pedido da Globo. Como JD estava em regime semiaberto e prestes a cumprir a pena e voltar a fazer política partidária a Globo pressionou o Moro para condena-lo novamente.

http://jornalggn.com.br/noticia/janot-pede-ao-stf-investigacao-sobre-campanha-de-lula-e-dilma



Campanha de Aécio teve tesoureiro 'de fachada' e o oficial, diretor da Cemig



Aspectos mal explicados das finanças de campanha de Aécio envolvem parentes do tucano empregados no governo mineiro. Sintoma de que a nomeação de tantos familiares pode ser mais do que nepotismo

Quem está registrado como administrador financeiro, popularmente chamado de tesoureiro, é Frederico Pacheco de Medeiros. Trata-se de um primo de Aécio Neves, que até janeiro de 2015 foi diretor de Gestão Empresarial da Cemig, a companhia de eletricidade do governo de Minas.


Leia mais

http://www.redebrasilatual.com.br/blogs/helena/2015/09/campanha-de-aecio-teve-dois-tesoureiros-um-de-fachada-e-o-oficial-diretor-da-cemig-2581.html




6 de setembro de 2015

A visão seletiva da Lava Jato sobre o "estorvo do processo"

Em direito existe o que se chama de "estorvo do processo". Todo cidadão está sujeito a ser processado, do mais humilde ao presidente da República.
Mas existe também o conceito da repercussão política do processo, princípio que rege muitas decisões judiciais.
Por exemplo, por mais justo que seja determinado pleito, nenhum Ministro do STF vai votar a favor de uma ação que implique na quebra do país.
O mesmo princípio vale para processos com repercussão política. Um juiz deverá tomar duas vezes mais cuidado para expor o presidente da República ao "estorvo do processo". Não significa que deva poupá-lo, mas que tomará cuidado redobrado antes de expô-lo e com a própria exposição em si. Porque expor a presidência da República significa expor o país.
O Procurador Geral da República tomou a decisão de expor ao "estorvo do processo" campanhas de Lula e Dilma. Dilma é a presidente da República.

Comentário ao post Janot pede ao STF investigação sobre campanha de Lula e Dilma

O "erro"  do PT, que o transformou na Geni nacional, foi dar cidadania e incluir  milhões de brasileiros. De forma que a resposta a isso, dada por esse vergonhoso  conluio midiático-penal, é defenestrar o PT, sendo este o objetivo da Lava Jato, o que é um atentando dos sem voto contra a soberania e a vontade popular expressas nas urnas. Ao invés de acreditar nessa Justiça, Lula deveria denuncia-la a Instituições Internacionais. Vamos a um exemplo: o que esta direita empedernida, que sempre teve o Judiciário sobre seu poder,  está fazendo no âmbito da Lava Jato senão usar a delação combinada sic premiada para perseguir o PT e poupar o PSDB por questão de interesse de classe. Nós brasileiros não podemos aceitar essa infâmia vindo desses sem voto, essas parasitas que nunca enfiaram sequer um prego numa barra de sabão e agora se arvoram de messias.

 Janot faz parte dessa lógica da Justiça sob o domínio da Casa Grande, que consiste basicamente em pegar trabalhistas prá Cristo. E o povo, manipulado pelas três serpentes Marinho, não se importa com isso.  Enquanto os personagens da Casa Grande vivem sob um céu de brigadeiro, o processo do mensalão tucano dorme em algum escaninho deste Judiciário da Casa Grande esperando a prescrição das penas. Essa gente da Casa Grande é um poço de santidade.

Interessante se notar que nos EUA o presidente eleito, como forma de se lhe conferir poder concedido através do voto popular,  tem plenos poderes de admitir e demitir os Procuradores Federais, enquanto que por aqui temos essa campanha Fora PT encabeçada pelas Instituições as quais deveriam zelar e defender a CF mas que virou esse "republicanismo" capenga que consiste basicamente em descer o porrete em petistas e poupar tucanos, se chegando ao ponto do PGR Janot ir aos EUA para auxiliar as petroleiras a detonar a nossa indústria do petróleo e gás.....e ainda dizem que isso é republicanismo......hum....então tá....acreditar nessa balela depois que tudo está tão claro, aliás, sempre esteve claro, pois tem sido assim por séculos, por aqui não se permite nem mesmo controle externo destas Instituições o que serviria para conter os abusos, erros e paixões desses ensandecidos que estão à frente deste conluio: na PF, se o delegado comete um erro,  o mesmo será investigado pelo coleguinha da sala ao lado que, é claro, vai jogar o caso para debaixo do tapete, no MP é a mesma coisa, bem como no Judiciário como um todo. Uma lástima. Caso de asilo. E exílio.


Wanderley pergunta: por que só os trabalhistas

 http://josecarloslima80.blogspot.com.br/2015/09/wanderley-moro-por-que-so-os.html 

Wanderley: A cruz





“Não vem ao caso” não é nada católico – PHA
charge bessinha tucanos santos

O Conversa Afiada reproduz texto de Wanderley Guilherme dos Santos, extraído de seu blog:

SINAL DA CRUZ

Os procuradores e autoridades conexas da Lava Jato se declaram profissionalmente católicos, isto é, de visão universalista, sem aversão aos recém-convertidos ao mundo da moralidade nem intimidados por altares poderosos. Do mais alto cume ao modesto montículo da montanha de autoridades, eles anunciam que extrairão a golpes de delações premiadas, indícios e sussurros, a morrinha da corrupção exalada pela Petrobrás e sua antiga auréola, agora penico, de empreiteiras. Esse radicalismo vertical ora se apresenta em discreto namorico com o ferrabrás princípio de que o fim justifica os meios, ora desconsidera pistas ao recusar que os mesmos meios possam justificar a descoberta de novos fins. Os agentes costumam desqualificar as suspeitas sobre a lisura de seus procedimentos por que se sustentam no valor de face do noticiário da imprensa. Negligenciam o detalhe de que um noticiário jornalístico fragmentado, além de parcial, é o que resta ao público interessado. Justificados pela transparência democrática, quando convém, e pela preservação da inocência de investigados não condenados, quando assim arbitram, os funcionários da Polícia Federal e do Ministério Público ora vazam trechos de delações, ora distribuem fotocópias de documentos sem contexto, ora informam que há novos depoimentos de delatores-arroz-de-festa e ora liberam balões batizados e crismados com nomes e apelidos de possíveis futuros presidiários. Tal política de comunicação condiciona a imprensa e, através dela, os leitores atentos, deixando-os à mingua de uma visão coerente da catadupa de informações desencontradas, dezenas de nomes que se atropelam para retornar mais tarde, repetindo-se à exaustão propagandística a tipologia dos crimes de que estariam sendo acusados. O parentesco com manipulação de informação e produção subliminar de consenso, negativo, no caso, é inegável.

O sempre surpreendente desenrolar do processo enfrenta a acusação de estar contaminado por preferências político-partidárias. Repelida com veemência, por vezes com petulância e grosseria, a acusação, contudo, se apoia em indícios genuínos, a limitação temporal da investigação sendo o mais óbvio deles. Despachos e justificativas oficiais poderão, no futuro, esclarecer porque só cabem no processo os ilícitos ocorridos durante governos trabalhistas. Ainda segundo o ralo estoque informativo de que se dispõe, mais de um delator, implicado, suspeito, indiciado, público ou privado, ofereceu confissões bastante abrangentes, partidária e temporalmente. São obscuras as razões da rejeição a esses capítulos confessionais. Pela crua lógica do fenômeno universal da corrupção, são os partidos no poder que aproveitam as oportunidades de predação e, aí, sim, constituiria transcendente novidade histórica a descoberta de grande número de representantes da oposição no condomínio da ilicitude. Era só o que faltava, diria Maquiavel. Sendo a presença de oposicionistas naturalmente raras, no período, muito mais incompreensível é a aversão de juízes, policiais e procuradores a denúncias que ultrapassem os mandatos do PT e seus aliados.O radicalismo vertical da Lava Jato, punindo das mais notórias personagens ao entregador de envelopes com dinheiro sujo, está longe de ser um processo efetivamente católico. Distender o eixo horizontal do tempo livraria a investigação da suspeita de partidarismo vertical por oportunismo temporal. Para ser católico, o processo e seus agentes devem se render ao tempo cívico e completar o sinal da cruz.